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O Primeiro Tratado de Exeter é um documento assinado pelos reis de Kovir e Poviss, Redânia e Kaedwen.

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(...) Para distingui-lo dos acordos posteriores, o Primeiro Tratado também levava o nome derivado das primeiras palavras de seu preâmbulo: Mare liberum apertum. O mar está livre e aberto. O comércio é livre. O lucro é sagrado. Ame o comércio e o lucro de seu próximo como se fosse seu. Dificultar o exercício de comércio e o ganho de lucro é equivalente a infringir as leis da natureza. E Kovir não é vassalo de ninguém. É um reinado autônomo, independente e neutro.
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A Torre da Andorinha

O tratado foi assinado no palácio Ensenada – a residência real de inverno e mediado pelo hierarca de Novigrad que acompanhava os reis Radowid III e Benda. O acordo surgiu após Radowid, o Ruivo, exigir que Kovir, assim como outros servos e vassalos, passasse a pagar um imposto especial para fins militares, chamado de “dízimo de Pontar”. O rei Gedovius negou-se mediante ao acordo realizado entre Troiden e seu irmão Radowid I:

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O reinado de Kovir não é vassalo de ninguém. As pretensões e reivindicações de Tretogor são desprovidas de razão e baseiam-se numa lei que nunca entrou em vigor. Os reis de Tretogor jamais foram suseranos dos governantes de Kovir, pois os governantes de Kovir, o que é fácil de verificar nos anais, nunca pagaram tributo a Tretogor, nunca prestaram assistência militar e, o mais importante, nunca foram convidados a participar de celebrações em festas nacionais, ou de qualquer outro tipo de celebração.
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A Torre da Andorinha

Em represália, Redânia, Kaedwen e Temeria, instigados por Ruivo, aplicaram uma tributação e boicote contra Kovir. Uma tributação exagerada foi imposto nas mercadorias de Kovir que usava a via marítima como via. Os navios não queriam pagar e tentavam fugir. Com isso, ocorreu um incidente. Uma patrulha redâniana tentou prender um mercante koviriano e mais duas fragatas kovirianas vieram em reforço. Houve um incêndio com vítimas.

Como respostas, Radowid III mandou um exército de quatro mil soldados forçando pelo rio Braa, e o corpo expedicionário de Kaedwen entrando em Caingorn. Já o exército fixo de Kovir era composto de vinte e cinco mil profissionais experientes no campo de batalha e em uma semana dois mil sobreviventes redânios forçavam o Braa no sentido contrário e os miseráveis sobreviventes do corpo de Kaedwen arrastavam-se para casa pelos Montes Desnudos.

Aprendendo com o erro, Radowid III decidiu dar início às negociações. Após o Primeiro Tratado, Radowid passou a ser registrado nos documentos oficiais com o título vitalício de rei de Kovir e Poviss, e Benda, o título vitalício de rei de Caingorn e Malleore.